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Laboratório faz alerta para que moradores do litoral não toquem em pinguins debilitados ou mortos, por causa da gripe aviária

A Influenza Aviária, popularmente chamada de “gripe aviária”, é uma doença viral altamente contagiosa que atinge principalmente aves silvestres e também mamíferos

Foto: Agência Brasil/EBC

O Laboratório de Ecologia e Conservação (LEC) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) alertou nessa segunda-feira (14) para que os moradores do litoral e veranistas que encontrem pinguins não toquem nos animais por causa do risco de Gripe Aviária (H5N1).

“O Brasil já registrou diversos casos de aves contaminadas com Gripe Aviária (H5N1) e o pinguim-de-Magalhães é uma das espécies confirmadas. O inverno é a época de migração dos pinguins. Por este motivo, é comum encontrá-los debilitados ou mortos nas praias e como não sabemos se estão infectados ou não, alertamos para que não toquem nestes animais!”, divulgou o LEC nas redes sociais.

A Influenza Aviária, popularmente chamada de “gripe aviária”, é uma doença viral altamente contagiosa que atinge principalmente aves silvestres e também mamíferos. Em humanos o índice de contágio é muito baixo e com riscos bem menores do que nos animais, porém é preciso manter cuidados para evitar a propagação do vírus.

Caso encontre aves silvestres, marinhas ou terrestres, entre em contato com o PMP-BS via 0800 642 3341. As equipes do projeto seguem um protocolo específico recomendado pelos serviços veterinários oficiais (CIDASC e ADAPAR) para atuar em possíveis casos de influenza aviária, contribuindo para a sanidade animal e a segurança dos profissionais envolvidos.

Fonte: LEC/redes sociais

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